É o Blog da moçada do Projeto de Gente, resultado de um Projeto de saber iniciado em março de 2009 em Cumuruxatiba - Bahia - Brasil

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Ida ao Rio

Moçada, desculpem por não ter ainda postado um comentário sobre a minha viagem ao Rio. Lá não consegui porque foram dias cheios de movimentos muito intensos; e, aqui, já mergulhei no trabalho. Hoje combinamos – Ioane, Sol e Rafa – usar a manhã para colocar em dia o blog.

A viagem ao Rio foi muito emocionante para mim. Primeiro, a celebração do casamento de minha filha Letícia com o Bruno. Duas lindas pessoas que irradiavam alegria ao reunir amigos para comunicar e comemorar sua decisão de morarem juntos. Eu acho que morar com alguém é algo muito legal e importante. É uma chance muito grande para a gente conhecer uma pessoa e também a nós mesmos muito profundamente. É, acho, a maior de todas as oportunidades para trocar sentimentos, trocar coisas que conhecemos, trocar coisas que fazemos bem. Trocar, para mim, é o que faz a vida existir (veja só como as plantas nos dão oxigênio – que elas produzem – em troca do gás carbônico que nós produzimos). Por isto, para mim, casar é fazer um exercício de vida.

Além do casamento, o meu enteado que vive nos EUA estava no Rio e, ainda por cima, fez aniversário no dia 10!

Pude ter encontros muito bonitos, emocionantes e importantes para mim. Encontrei nossos amigos da Associação Projeto de Gente e combinamos muitas ações importantes para o desenvolvimento do nosso Projeto.

Foi muito bom matar a saudade de pessoas tão queridas. Por outro lado, percebi que agora minha vida será sempre assim, pois já estava também com saudade das pessoas daqui. Andava pela rua e “via” as gentes daqui!

Gente, brevemente vou colocar fotos dos acontecimentos – alguns – da viagem.

Escola de Cumuruxatiba

Escola de Cumuruxatiba
Ioane Carlos Buffat e Renato Costa
Com a melodia de Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes


“Olha que coisa mais feia, é muito indecente,
Ninguém cuida da escola, muito menos a gente,
E ficamos ouvindo Alcione “retar”.

Ela vem com seu gingado, falar de problemas,
Nos encher o saco com os seus dilemas.
Ela quer saber quem vai consertar.

Ah, por que tudo é triste?
Ah, a indecência que existe!
A indecência que não é não só nossa,
Mas também passa por nós.

Ah, se ela soubesse que quando ela passa,
Toda brincadeira fica sem graça,
E tudo isso por falta de amor.”


Essa paródia foi feita na escola. A professora de artes pediu para que formássemos grupos e que fizéssemos uma paródia. Fomos então ao trabalho, eu e Renato. O Rafinha também era para estar, mas ele brigou com a professora e não quis mais participar. Eu acho isso muita falta de sagacidade, pois quem acabou sendo prejudicado foi ele e não a professora. Bom, voltando ao assunto, nos fomos os mais aplaudidos da sala e fizemos sucesso até fora da escola.